quarta-feira, 10 de abril de 2013

A distância dos juízes e a atividade policial




Durante o serviço de um policial que se encontrava “amarrado” ao posto policial em uma cidade de Brasília um senhor aparece chamando o policial, aparentando muito nervosismo informando que marginais estavam no interior de sua residência a algumas ruas de distância do posto. Rapidamente o policial solicitou apoio e muitas viaturas apareceram para prestar apoio ao POLICIAL MILITAR que juntamente com as guarnições deslocou ao QTH (endereço).
 

Na casa do solicitante os bravos guerreiros de arma em punho entraram na residência contanto com a possibilidade de um confronto iminente com os marginais. Feita toda a vistoria no imóvel do solicitante foi constatado que os bandidos já haviam saído do local. Até aí tudo certo, o cidadão passou por uma situação de risco, chamou a policia militar que prontamente atendeu seu chamado e resolveu seu problema. Nenhum ferido, nenhum dano, tudo leva a crer que mais o papel institucional do policial foi cumprido.

Mas eis que surge uma grande surpresa para os policiais que prestaram atendimento a quem é devido, o cidadão: uma moradora de uma casa em frente à da ocorrência acompanhou todo o desenrolar da situação e questionou via superiores hierárquicos dos policias envolvidos sobre o porquê de tantas armas nas mãos, afirmou ao superior que era desnecessária tanta agressividade.

Será que existem tantas pessoas inocentes a esse ponto? Em que mundo elas vivem? Será que na cabeça de uma juíza desta estamos na Noruega ou mesmo Suíça? Até mesmo em países calmos assim onde existe suspeita de elemento armado os policiais tem que entrar armados.

Muitas vezes somos levados a crer que nosso judiciário tem alguma percepção da atividade policial, mas aí caímos no mundo real quando um excelentíssimo toma uma atitude que deixa claro como o togado tem muito conhecimento da lei, mas nada de conhecimento do serviço policial. Mas ele é formado em direito e fez concurso para juiz e não para policial militar, mas não seria de grande valor saber um mínimo sobre o profissional que leva o marginal para sua vara criminal?

Para a tranqüilidade dos brasileiros boa parte dos juízes hoje começam a perceber a dura realidade dos policiais nas ruas, principalmente em grandes centros onde o COMBATENTE É A ÚLTIMA LINHA DE DEFESA ANTES DA CRISE TOTAL DE SEGURANÇA QUE AFLIGE O PAÍS.

Publicado em 06 de Dezembro de 2012 Por Combatente

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