quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A arma que mata está com o criminoso. (Parte 2)




"Algo está muito mal quando as pessoas de boa vontade consideram que para viver em paz é preciso estar armado", foi o que afirmou o Senador Critovam Buarque.

Como policial, é meu dever informar que o Senador está certo. Algo está muito mal! Mas não são as armas a razão do problema. Graças a Deus elas existem! Não há algo mais reconfortante que portar uma arma o dia todo, pois não existe nada melhor para resistir a um ataque criminoso do que outra arma de fogo.

Na verdade o problema é a benevolência generalizada em relação aos criminosos, o que eles fazem e o que representam. Então, antes de tornar público a terceira (e talvez a quarta parte) desse artigo, compartilho o texto denominado "A arma é civilização".
 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A arma que mata está com o criminoso. (Parte 1)




Uma arma de fogo é um objeto inofensivo por natureza. Tão inofensivo quanto a faca que corta o pão; a madeira do pé de mesa; a viga que sustenta uma casa; as mãos que pintam quadros; as pernas que jogam bola; a panela de pressão que cozinha o alimento.

A arma de fogo no coldre do policial, além de inofensiva, é o instrumento que o protege daqueles empenhados desde cedo no crime e na violência gratuitas contra a comunidade. Uma arma nas mãos do homem bom é a última linha de defesa pessoal e familiar (talvez sua última chance) contra o resultado da política barata de segurança pública.
 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Treinando para a hora da verdade! (Parte 2)




A primeira parte deste artigo tratou do porte e treinamento com saque de arma dissimulada, principalmente do treino em seco.

Contudo, só porque você tem uma arma, foi ao estande algumas vezes e disparou contra o alvo, não significa que se você tiver que sacar a arma e atirar em alguém num confronto real, você será capaz de fazê-lo. Tal ideia parece um contrassenso, uma vez que o treinamento é parte fundamental na atividade policial e conduta desejável em qualquer unidade policial do mundo. Mas, pergunte a qualquer policial que já precisou sacar a arma e atirar em alguém e ele vai lhe dizer que as coisas são bem diferentes quando o alvo está revidando e tentando matá-lo.
 

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Treinando para à hora da verdade! (Parte 1)



Todo atirador ou policial acerta quando afirma que cada tiro deve ser rápido e preciso. Na verdade, toda simulação “em seco” ou treinamento prático com armas de fogo tem relação com a precisão e a rapidez dos disparos. No IPSC ou Tiro Prático, se o atirador for rápido demais a ponto de errar alguns tiros, ele perde. Se ele for preciso e muito lento, ele perde. Então, o fundamental é o equilíbrio entre a precisão e a velocidade da ação. É como diz um colega: “Primeiro você deve ser preciso, já que a velocidade é adquirida com o treino!”